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💰Negócios pelo Mundo e Últimas Notícias
🎮 Games na sala de aula fortalecem aprendizagem ativa (Leia na íntegra)
• A reportagem mostra como o uso de games alinhados à BNCC vem crescendo nas escolas brasileiras, aumentando engajamento, participação e desempenho acadêmico. Plataformas gamificadas permitem que cada estudante avance no próprio ritmo, com feedback imediato e desafios graduais conectados ao currículo.
• Especialistas destacam cinco razões para adotar jogos na aprendizagem: mais motivação, personalização do estudo, desenvolvimento socioemocional, reforço de competências como raciocínio lógico e resolução de problemas e possibilidade de avaliar o progresso de forma contínua, em contextos significativos para os alunos.
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🔗 Conectar currículo e cotidiano com planos de aula gratuitos (Leia na íntegra)
• Curadoria do Porvir reúne planos de aula, alinhados à BNCC, para aproximar o currículo da vida dos estudantes. Os materiais abordam cidadania digital, justiça climática, educação midiática, diversidade e direitos humanos, conectando conteúdos acadêmicos a temas urgentes do cotidiano escolar.
• Os recursos incluem propostas de aprendizagem criativa, STEAM, pensamento computacional, matemática, empreendedorismo e projeto de vida, prontos para adaptação em várias etapas escolares. Servem para recomposição de aprendizagens, projetos interdisciplinares e metodologias ativas que fortalecem protagonismo estudantil.
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🔏 ECA Digital e a segurança que atravessa a escola (Leia na íntegra)
• O texto mostra como a insegurança circula entre casa, rua e pátio da escola, e como o cyberbullying ignora muros físicos. O ECA Digital amplia a proteção do ECA ao ambiente online, responsabilizando plataformas, mas não garante, sozinho, segurança efetiva.
• O autor defende que a escola trate segurança como política pública integral, com protocolos claros, sistemas de alerta, monitoramento e canais de denúncia, além de alfabetização digital. Com famílias envolvidas, educar para o risco é mais efetivo que restringir acessos.
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👩🏫 Três tendências críticas para a edtech em 2026 (Leia na íntegra)
• Em 2026, redes de ensino precisarão avaliar com lupa as ferramentas de IA, em meio a orçamentos apertados e modelos antes gratuitos. Gestores são pressionados a justificar investimentos, exigir transparência dos algoritmos e proteger rigorosamente dados sensíveis de estudantes.
• Além do escrutínio pedagógico, cresce a responsabilização jurídica de empresas de edtech, com novas regras de privacidade infantil e contratos mais claros. Ao mesmo tempo, redes seguem vulneráveis a ciberataques, com menos apoio federal e obrigação de notificar incidentes.
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🧑🎓 Educação em 2026 exige coragem política (Leia na íntegra)
• Em 2026, a educação brasileira vive avanços em políticas como educação integral e novo PNE, mas continua tensionada por cortes no ensino superior, plataformização das redes públicas e desvalorização docente, colocando em disputa o sentido público e democrático da escola.
• O artigo defende que leis e indicadores só farão diferença se vierem acompanhados de financiamento adequado, inclusão com apoio real, uso crítico de tecnologia e, sobretudo, práticas cotidianas baseadas em escuta, participação, respeito e cuidado com quem educa.
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🧠 O Letramento e a Alfabetização com Base no Brincar
Em uma turma de educação infantil para crianças de 4 anos, o desafio é conciliar metas crescentes de alfabetização com a convicção de que o brincar é a principal linguagem da infância. Em vez de opor currículo universal e proposta lúdica, o planejamento semanal passa a perguntar o que é realmente obrigatório, quais habilidades já foram dominadas e em que momentos do dia cada atividade faz mais sentido, espalhando experiências de linguagem por toda a rotina, e não apenas no “bloco de leitura” formal.
Equilibrando a aprendizagem baseada em brincadeiras com as exigências de alfabetização na pré-escolaEstratégias mostram como organizar blocos de linguagem, estações lúdicas e rotinas diárias para desenvolver leitura e escrita preservando o brincar |
Essa organização abre espaço para explorações de letramento profundamente lúdicas: crianças encenam histórias com fantoches, seguem trilhas de letras em jogos de tabuleiro, caçam letras em caixas sensoriais, escrevem o nome em espuma ou montam palavras com massinha enquanto brincam de chefes de cozinha. Assim, consciência fonológica, reconhecimento de letras, vocabulário e comportamentos de leitor emergente são praticados em situações significativas. Quando a escola planeja intencionalmente esse equilíbrio, todos ganham: alunos aprendem com alegria, professores mantêm abordagens desenvolvimentistas, gestores atendem às exigências oficiais e famílias enxergam uma educação infantil que leva a sério, ao mesmo tempo, aprendizagem e infância.
Leia o original no site da Edutopia
🎓 Competências Socioemocionais como Base para uma Educação Completa
Integrar competências socioemocionais ao currículo aparece como parte do compromisso com a educação integral, que reconhece estudantes em dimensões cognitivas, emocionais, éticas e sociais. Em vez de tratar foco, entusiasmo, respeito ou autorregulação como conteúdos extras, a escola passa a vê-los como base que sustenta alfabetização, compreensão leitora, raciocínio matemático e convivência cotidiana. O desafio deixa de ser somar listas de competências e passa a ser escolher poucas prioridades e trabalhá-las com continuidade, reflexão e diálogo, respeitando o tempo real de desenvolvimento dos alunos.
Artigo propõe priorizar competências por fase, desafios e evidências, integrando-as a atividades regulares para apoiar aprendizagem cognitiva e convivência escolar |
Para transformar essa intenção em prática, propõe-se priorizar competências a partir de quatro eixos: características desenvolvimentais de cada etapa, desafios concretos da escola, evidências de avaliação e alinhamento com documentos curriculares. Em vez de ações pontuais, essa priorização orienta o planejamento de aulas de leitura, problemas matemáticos, experimentos científicos e trabalhos em grupo como situações desenhadas para mobilizar e nomear competências socioemocionais. Quando professores reconhecem essas oportunidades, explicitam objetivos e acompanham avanços, o trabalho deixa de ser acréscimo e torna-se elemento estruturante do currículo, favorecendo um desenvolvimento integral mais consistente, contextualizado e significativo.
Leia o original na Revista Educação
📖 A Responsabilidade das Edtechs e o Maior Cuidado da Gestão Escolar
Em 2026, redes de ensino dos Estados Unidos entram em uma fase de “acerto de contas” com a tecnologia educacional. Depois de anos comprando dispositivos e plataformas às pressas, o foco passa a ser o que realmente vale a pena manter para melhorar aprendizagem. Gestores enfrentam o debate sobre tempo de tela, explicando a diferença entre uso pedagógico e consumo passivo, e são pressionados a preparar estudantes para um mundo de trabalho moldado pela IA sem transformar cada aula em mais uma rolagem infinita de telas.
Relatório da EdSurge descreve fim da adoção acrítica e destaca tela, IA obrigatória, governança, orçamento e cibersegurança como prioridades educacionais |
O texto destaca quatro frentes decisivas para esse novo ciclo: IA deixa de ser opcional e passa a pesar nas compras de edtech; governança de dados sai do setor de TI e envolve toda a rede; o fim de verbas emergenciais obriga a medir “retorno de instrução” e reduzir a quantidade de plataformas; e a cibersegurança passa a ser responsabilidade de todos, com autenticação em múltiplos fatores, formação de professores, estudantes e famílias contra golpes e políticas mais rígidas de acesso a sistemas.
Leia o original no site da EdSurge
🧑💻 Acompanhando as EdTechs
Durante muitos anos, falar em “acesso” na educação básica significou apenas garantir internet e dispositivos para estudantes. O texto mostra que, em 2026, esse conceito se expande: acesso envolve também segurança digital e física, conectividade contínua e participação equitativa de estudantes e famílias. Soluções com inteligência artificial mantêm redes estáveis, se autoajustam a falhas e usam tradutores automáticos para aproximar famílias que falam outros idiomas das rotinas escolares, fortalecendo comunicação e pertencimento.
Artigo mostra como IA, redes modernas e controle de identidades ampliam acesso seguro e equitativo ao aprendizado em K–12. |
Acesso passa também por saber controlar quem entra, onde entra e ao que tem permissão de acessar. Distritos adotam autenticação multifator inclusive para estudantes, sistemas de controle de visitantes e softwares de gestão de identidades, garantindo que apenas usuários autorizados alcancem dados e espaços sensíveis. Ao tratar acesso como objetivo multidimensional — que envolve identidade, segurança, comunicação e capacidade de rede — as escolas constroem ambientes nos quais aprendizagem é protegida, relações são fortalecidas e cada aluno, família e profissional encontra um caminho seguro para participar da vida escolar.
Leia o original no site da EdTech Magazine K12
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