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Newsletter Learnbase K12 28.08
👩💻 Univesp torna pensamento computacional alfabetização básica em todos os cursos
🤳 Design thinking e PBL convertem “scroll” em ação e bem-estar estudantil
🤖 Boom de tutoria por IA exige cautela: três perguntas para líderes escolares
🔐 Escolas adotam IA pedagógica: como usar com segurança e eficácia
🥷 Turnitin: Novos recursos em meio às crescentes ameaças representadas por invasores de IA.
👸 Kahoot!: Coleção de Volta às Aulas com a Disney para revisar conteúdos-chave de matemática, ciências e estudos sociais.
👩🏫 Seesaw: O que líderes escolares precisam saber sobre instrução aprimorada por IA.
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💰Negócios pelo Mundo e Últimas Notícias
📵 RJ: veto a celular melhora aprendizagem (Leia a notícia na íntegra)
• Estudo da Universidade de Stanford, com a Secretaria municipal, aponta que vetar celulares nas escolas do Rio elevou a aprendizagem em 2024: +25,7% em Matemática e +13,5% em Português.
• Resultado equivale a um bimestre adicional de aprendizagem. O levantamento ouviu mais de 900 diretores (90% da rede) e reforça a lei que restringe celulares nas escolas, sancionada em 2025.
(Aprofunde)
🏅 Certificação EX abre inscrições 2025 (Leia a notícia na íntegra)
• Inscrições gratuitas da Certificação EX, pesquisa de satisfação escolar que ouve famílias, professores e gestores de escolas privadas. O prazo divulgado para participar é até 21 de setembro.
• Iniciativa das Escolas Exponenciais oferece diagnóstico com benchmark nacional, relatórios e selo para marketing e gestão. Página oficial informa mais de 500 escolas certificadas e 20 mil participantes na certificação.
(Aprofunde)
🧠 NR-1 exige saúde mental nas escolas (Leia a notícia na íntegra)
• Atualização da NR-1 inclui riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais; escolas devem elaborar IRO e Plano de Ação. Prazo de adaptação até maio de 2026, sem multas na transição.
• Exigências incluem políticas contra assédio, canal de denúncia, revisão da carga docente e treinamentos em saúde mental; documentado e revisado. Após maio de 2026, fiscalização poderá autuar e multar descumprimentos.
(Aprofunde)
👶 PNIPI integra políticas para a primeira infância (Leia a notícia na íntegra)
• PNIPI, aprovada em agosto, cria política integrada para a primeira infância (0–6 anos), articulando União, estados e municípios, ações intersetoriais e banco de dados para enfrentar fome, pobreza e desigualdades.
• A política propõe olhar integral à criança, alinhado à BNCC, envolvendo currículo, saúde, nutrição e famílias. Estimula troca de práticas entre redes e escolas, com foco em equidade e desenvolvimento.
(Aprofunde)
🤝 Bett Nordeste conecta IA e socioemocional (Leia a notícia na íntegra)
• A Jornada Bett Nordeste 2025, no Recife (27–28/08), debate integrar IA e competências socioemocionais na aprendizagem; Jairo Bouer defende saúde mental como base para foco, memória e bom desempenho.
• Organizada pela Bett Brasil e Sinepe-PE, reúne 60+ palestrantes, três auditórios e 40+ empresas; credencial gratuita de visitante (exposição + Educação Pública) e credencial de congressista com acesso e certificação.
(Aprofunde)
🧠 Pensamento Computacional como Letramento Básico
A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) passou a tratar o pensamento computacional como habilidade tão basilar quanto leitura, escrita e aritmética: a disciplina agora aparece no primeiro semestre de todos os nove cursos, em eixos como Licenciatura, Computação e Produção e Negócios. Ancorada no conceito difundido por Jeannette Wing, a proposta define pensamento computacional como resolver problemas de forma lógica, estruturada e criativa, trabalhando decomposição, reconhecimento de padrões, abstração e algoritmos, com aplicação interdisciplinar às demandas do cotidiano e ao uso de sistemas computacionais.
Para além do currículo, a universidade destaca a conexão com o mundo do trabalho e com a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) da Computação, que requer esse conteúdo nas escolas. Licenciandos vivenciam projetos integradores e levam as competências para a prática docente; um caso relatado mostra aluna que desenvolveu, em plataforma de programação em blocos, um jogo sobre coleta seletiva para apoiar a aprendizagem infantil. Embora haja desafios de infraestrutura na educação básica, a Univesp sustenta que a abordagem favorece inclusão, pensamento crítico e empregabilidade em um cenário marcado por inteligência artificial, robótica e automação.
(Leia o artigo original na página da Revista Educação)
🎓 Redes Sociais, Bem-Estar e Protagonismo com PBL
Educadores enfrentam a combinação de saúde mental fragilizada e influência massiva das redes sociais. Dados do CDC (Centers for Disease Control and Prevention, órgão de saúde dos EUA) mostram que 77% dos alunos do ensino médio usam redes várias vezes ao dia, com associações a bullying, tristeza e ideação suicida. A proposta do artigo é transformar a rolagem passiva em protagonismo com PBL (Aprendizagem Baseada em Projetos) e design thinking, conectando currículo, cidadania digital e bem-estar de forma estruturada e significativa.
O programa AVID Future Lab descreve uma unidade de 10 aulas que aplica o modelo 5E — Engajar, Explorar, Explicar, Elaborar e Avaliar — para investigar os impactos das redes, mapear problemas, idear soluções, prototipar, testar e apresentar para públicos autênticos. Os produtos finais (campanhas de bem-estar, aplicativos, podcasts) desenvolvem competências duráveis valorizadas por universidades e mercado: comunicação, metacognição, liderança e resolução criativa de problemas. Pilotos em Missouri indicam maior engajamento; líderes são orientados a centrar a voz estudantil e usar frameworks flexíveis.
(Leia o artigo original no site do K12 Dive)
📖 Tutorias personalizadas com IA
Com a popularização de tutores por IA (inteligência artificial), distritos avaliam opções que vão de plataformas educacionais (ex.: Khanmigo, que saltou de 40 mil para 700 mil alunos em 2023–24/2024–25) a modos de estudo nos chatbots gerais, como Study Mode no ChatGPT e “Guided Learning” no Gemini. Pesquisadores alertam: falta base robusta sobre ganhos de aprendizagem e há risco de “descarga cognitiva” se o recurso substituir o raciocínio próprio, como sugerem achados recentes citados no artigo.
Especialistas recomendam tratar a tutoria por IA como complemento, não substituto: parear com materiais instrucionais curados por docentes, formar alunos para fazer boas perguntas, e pilotar por série/disciplina antes de escalar. Políticas de uso aceitável precisam dar clareza a professores, estudantes e famílias; ao mesmo tempo, 30 estados já publicaram orientações específicas para IA nas escolas. Pesquisas iniciais em tutoria presencial assistida por IA mostram ganhos em matemática, reforçando a abordagem híbrida enquanto estudos controlados randomizados ainda são planejados para ferramentas como o Khanmigo.
(Leia o artigo original no site do K12 Dive)
🧑💻 Acompanhando as EdTechs
Um novo relatório da Common Sense Media avaliou assistentes de ensino por IA (inteligência artificial) — ferramentas pensadas para a sala de aula, diferentes de chatbots generalistas — e concluiu que podem poupar tempo docente e apoiar objetivos pedagógicos quando bem implementadas. Os autores recomendam definir guardrails (regras de uso) alinhados a metas curriculares e promover discussões institucionais sobre limites e possibilidades. Especialistas observam que redes K-12 (educação básica, nos EUA) avançam mais rápido que a educação superior, e sugerem usar a IA para gerar questões ou atividades a partir de conteúdos adotados, inclusive leituras de cursos AP (Advanced Placement).
O estudo alerta para vieses “invisíveis”: em testes com nomes “codificados” como brancos ou negros, os assistentes produziram respostas sistematicamente mais solidárias para certos perfis, ainda que parecessem neutras caso a caso. Por isso, os especialistas defendem políticas de privacidade de dados, revisão crítica contínua dos termos de uso e o princípio do “humano no loop” — mantendo docentes e estudantes no centro das decisões. A orientação final: basear a IA no currículo já adotado pela escola; lições “geradas do zero” tendem a ser piores que materiais ancorados em sequências oficiais.
(Leia o artigo original no site da EdSurge)
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