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Newsletter Learnbase K12 15.01
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💰Negócios pelo Mundo e Últimas Notícias
🎲 Jogos de tabuleiro impulsionam matemática na educação infantil (Leia na íntegra)
• Jogos de tabuleiro simples, com casas numeradas em sequência, mostram-se aliados valiosos da educação infantil. Meta-análise com mais de 1.700 crianças indica que sessões de dez minutos já melhoram contagem, reconhecimento dos números e compreensão de quantidades fundamentais.
• Os autores destacam que a estratégia é barata, acessível e especialmente relevante em contextos vulneráveis. Recomendam usar os jogos como complemento ao ensino formal de matemática, ajudando famílias e escolas a fortalecer a numeracia inicial sem depender de materiais tradicionais.
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🤖 Curso gratuito de IA para educadores em parceria com YouTube (Leia na íntegra)
• A reportagem apresenta o curso gratuito “Educar com IA: Ética, Criatividade e Presença”, da edtech Vitru em parceria com o YouTube, voltado especialmente a professores interessados em usar inteligência artificial na educação de forma responsável e pedagógica.
• Com trilhas on-line, o curso aborda fundamentos de IA, ética, criação de comandos alinhados à prática docente e estratégias para manter a presença pedagógica do professor. A proposta é apoiar educadores na atualização profissional e na integração crítica da IA em sala de aula.
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📵 Um ano de salas de aula sem celular (Leia na íntegra)
• A matéria avalia o primeiro ano da lei que restringe celulares em escolas brasileiras, destacando impactos positivos relatados por gestores e professores: menos distrações, maior atenção sustentada, engajamento em atividades coletivas e retomada do intervalo como espaço de convivência real.
• Especialistas sublinham que a medida reduziu pressões das redes sociais, favoreceu saúde mental e relações humanas, mas não é solução isolada. A reportagem reforça a necessidade de educação digital, diálogo com famílias e uso pedagógico intencional da tecnologia, sempre subordinado ao projeto educativo.
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👩💻 USP forma meninas em tecnologia nas férias (Leia na íntegra)
• A TechSchool, escola de verão gratuita e on-line da USP, abre 75 vagas para meninas de 8 a 18 anos aprenderem ciência, tecnologia e empreendedorismo, com foco em criar aplicativos, resolver problemas e despertar interesse por carreiras científicas.
• Professores e profissionais podem atuar como mentores voluntários, dedicando de seis a oito horas semanais em encontros on-line. Organizada pelo GRACE/ICMC-USP e ligada ao Programa Meninas Digitais, a iniciativa fortalece equidade de gênero e ambientes acadêmicos mais inclusivos.
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🧑🔬 Base curricular para iniciação científica júnior (Leia na íntegra)
• O artigo defende a criação de uma Base Curricular de Iniciação Científica Júnior para orientar projetos em escolas, articulando alfabetização científica, BNCC e experiências como o programa Cientista Aprendiz, que envolve centenas de alunos em pesquisas autorais desde o fundamental.
• O texto destaca cinco competências gerais – Comunicação, Produção Científica, Organização, Engajamento Científico-Social e Rigor Analítico – e aponta a necessidade de formação docente específica e políticas afirmativas para levar iniciação científica júnior a contextos diversos e fortalecer cultura científica.
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🧠 A Humanização da Sala de Aula
Experiências na educação infantil revelam que a verdadeira inovação escolar nasce da qualidade das relações humanas, não de plataformas digitais ou metodologias da moda. Quando crianças se sentem vistas, ouvidas e cuidadas, o cérebro aprende em ambiente de segurança emocional, o que fortalece curiosidade, autoestima e memória. Afeto, escuta atenta e presença genuína tornam cada encontro pedagógico oportunidade concreta de construção de sentido para o conhecimento.
Como vínculos, competências socioemocionais e tecnologia bem usada transformam sala de aula em espaço integral de desenvolvimento humano |
Práticas como rodas de conversa, leitura literária diária, projetos de convivência e ações de prevenção ao bullying mostram como a escola pode articular currículo acadêmico e educação socioemocional desde os primeiros anos. Tecnologias digitais entram como aliadas quando ajudam a criar ambientes colaborativos, registrar trajetórias de aprendizagem e propor desafios investigativos, sempre subordinadas ao propósito de formar sujeitos críticos, empáticos, autônomos e capazes de transformar seus contextos.
Leia na Revista Educação
🎓 O Cuidado Pedagógico e Estrutural para a Rotina
A semana pedagógica é apresentada como um dos momentos mais estratégicos do ano letivo, mas muitas escolas ainda a conduzem como maratona exaustiva de informes, planilhas e palestras pouco dialogadas. Dados sobre trabalho docente indicam altos níveis de estresse e boreout, agravados por reuniões longas, falta de foco e agendas cheias de pendências. Reorganizar esse período com intenção, acolhimento e respeito ao tempo de cada educador deixa de ser um luxo e passa a ser condição para que qualquer proposta pedagógica ganhe vida na prática cotidiana.
Texto apresenta estratégias simples, baseadas em evidências, para reduzir esgotamento, qualificar formações e fortalecer sentido coletivo do planejamento escolar anual |
As 12 recomendações propostas apontam caminhos muito concretos para transformar esse encontro em experiência formativa consistente. Planejar com poucas prioridades centrais, cumprir horários, alternar momentos expositivos e interativos, garantir pausas reais e cuidar do ambiente físico ajudam a proteger energia e atenção. Valorizar a experiência dos professores, reduzir a enxurrada de documentos, incluir cuidado emocional, usar dados da própria escola, explicitar objetivos e encerrar com sínteses e encaminhamentos partilhados cria cultura de respeito. Cuidar de quem educa torna-se estratégia decisiva para reduzir adoecimentos, fortalecer vínculos e melhorar a aprendizagem dos estudantes.
Leia no Porvir
📖 O Bem-estar dos Professores como Centro da Atenção Institucional
O esgotamento emocional dos professores aparece como fenômeno estrutural que atravessa a educação brasileira e mundial, deixando de ser visto apenas como fragilidade individual. Dados de pesquisas nacionais e de organismos internacionais indicam que mais de 60% dos docentes relatam estresse e exaustão elevados, agravados pelo pós-pandemia, pelo ensino remoto emergencial e pelo acúmulo de funções pedagógicas, burocráticas e socioemocionais. Esse cenário impacta diretamente engajamento, disciplina, aprendizagem e permanência estudantil, já que professores exaustos têm menos condições de planejar, acompanhar e inovar nas práticas de sala de aula.
Análise conecta burnout estrutural, pós-pandemia e omissão das redes, defendendo políticas e formações centradas no bem-estar docente e na aprendizagem |
Esse quadro é agravado pelo silêncio institucional: políticas e gestões que cobram resultados e metas, mas pouco oferecem em escuta, apoio psicológico e reorganização do trabalho docente. Exemplos de redes e escolas que criaram grupos de apoio, rodas de conversa e tempos coletivos de planejamento mostram queda expressiva em sinais de burnout e maior motivação para inovar nas aulas. Formação continuada, autocuidado e gestão do estresse, articulados a políticas públicas e ações locais, tornam-se condições para assegurar educação de qualidade ao colocar o bem-estar docente no centro do projeto educativo.
Leia na Revista Educação
🧑💻 Acompanhando as EdTechs
Diversas ferramentas de IA generativa, como Microsoft Copilot, Google Gemini, Grammarly e Canva, ajudam professores a recuperar horas do dia dedicadas a tarefas administrativas. Planejamento de aulas, elaboração de provas, criação de materiais visuais e revisão de textos podem ser acelerados, permitindo que o tempo docente se concentre mais em acompanhar aprendizagens, oferecer apoio individualizado e construir relações significativas com os estudantes.
Como escolas escolhem, regulam e formam docentes para usar IA com eficiência, segurança e foco educativo no cotidiano |
Para que esses ganhos não comprometam ética, segurança e qualidade pedagógica, é essencial escolher ferramentas alinhadas às necessidades da rede e envolver a voz dos professores nas decisões. Distritos revisam políticas de tecnologia, criam diretrizes mais ágeis para IA e investem em formação continuada, em parceria com empresas como Google e Grammarly. Professores precisam conhecer limites de uso de dados, comunicar às famílias como usarão IA e monitorar impactos em seu tempo, nas práticas e nos resultados de aprendizagem.
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