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💰Negócios pelo Mundo e Últimas Notícias

🎲 Jogos de tabuleiro impulsionam matemática na educação infantil (Leia na íntegra)
Jogos de tabuleiro simples, com casas numeradas em sequência, mostram-se aliados valiosos da educação infantil. Meta-análise com mais de 1.700 crianças indica que sessões de dez minutos já melhoram contagem, reconhecimento dos números e compreensão de quantidades fundamentais.
• Os autores destacam que a estratégia é barata, acessível e especialmente relevante em contextos vulneráveis. Recomendam usar os jogos como complemento ao ensino formal de matemática, ajudando famílias e escolas a fortalecer a numeracia inicial sem depender de materiais tradicionais.
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🤖 Curso gratuito de IA para educadores em parceria com YouTube (Leia na íntegra)
A reportagem apresenta o curso gratuito “Educar com IA: Ética, Criatividade e Presença”, da edtech Vitru em parceria com o YouTube, voltado especialmente a professores interessados em usar inteligência artificial na educação de forma responsável e pedagógica.
• Com trilhas on-line, o curso aborda fundamentos de IA, ética, criação de comandos alinhados à prática docente e estratégias para manter a presença pedagógica do professor. A proposta é apoiar educadores na atualização profissional e na integração crítica da IA em sala de aula.
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📵 Um ano de salas de aula sem celular (Leia na íntegra)
A matéria avalia o primeiro ano da lei que restringe celulares em escolas brasileiras, destacando impactos positivos relatados por gestores e professores: menos distrações, maior atenção sustentada, engajamento em atividades coletivas e retomada do intervalo como espaço de convivência real.
• Especialistas sublinham que a medida reduziu pressões das redes sociais, favoreceu saúde mental e relações humanas, mas não é solução isolada. A reportagem reforça a necessidade de educação digital, diálogo com famílias e uso pedagógico intencional da tecnologia, sempre subordinado ao projeto educativo.
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👩‍💻 USP forma meninas em tecnologia nas férias (Leia na íntegra)
A TechSchool, escola de verão gratuita e on-line da USP, abre 75 vagas para meninas de 8 a 18 anos aprenderem ciência, tecnologia e empreendedorismo, com foco em criar aplicativos, resolver problemas e despertar interesse por carreiras científicas.
• Professores e profissionais podem atuar como mentores voluntários, dedicando de seis a oito horas semanais em encontros on-line. Organizada pelo GRACE/ICMC-USP e ligada ao Programa Meninas Digitais, a iniciativa fortalece equidade de gênero e ambientes acadêmicos mais inclusivos.
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🧑‍🔬 Base curricular para iniciação científica júnior (Leia na íntegra)
O artigo defende a criação de uma Base Curricular de Iniciação Científica Júnior para orientar projetos em escolas, articulando alfabetização científica, BNCC e experiências como o programa Cientista Aprendiz, que envolve centenas de alunos em pesquisas autorais desde o fundamental.
• O texto destaca cinco competências gerais – Comunicação, Produção Científica, Organização, Engajamento Científico-Social e Rigor Analítico – e aponta a necessidade de formação docente específica e políticas afirmativas para levar iniciação científica júnior a contextos diversos e fortalecer cultura científica.
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🧠 A Humanização da Sala de Aula

Experiências na educação infantil revelam que a verdadeira inovação escolar nasce da qualidade das relações humanas, não de plataformas digitais ou metodologias da moda. Quando crianças se sentem vistas, ouvidas e cuidadas, o cérebro aprende em ambiente de segurança emocional, o que fortalece curiosidade, autoestima e memória. Afeto, escuta atenta e presença genuína tornam cada encontro pedagógico oportunidade concreta de construção de sentido para o conhecimento.

Como vínculos, competências socioemocionais e tecnologia bem usada transformam sala de aula em espaço integral de desenvolvimento humano

Práticas como rodas de conversa, leitura literária diária, projetos de convivência e ações de prevenção ao bullying mostram como a escola pode articular currículo acadêmico e educação socioemocional desde os primeiros anos. Tecnologias digitais entram como aliadas quando ajudam a criar ambientes colaborativos, registrar trajetórias de aprendizagem e propor desafios investigativos, sempre subordinadas ao propósito de formar sujeitos críticos, empáticos, autônomos e capazes de transformar seus contextos.
Leia na Revista Educação

🎓 O Cuidado Pedagógico e Estrutural para a Rotina

A semana pedagógica é apresentada como um dos momentos mais estratégicos do ano letivo, mas muitas escolas ainda a conduzem como maratona exaustiva de informes, planilhas e palestras pouco dialogadas. Dados sobre trabalho docente indicam altos níveis de estresse e boreout, agravados por reuniões longas, falta de foco e agendas cheias de pendências. Reorganizar esse período com intenção, acolhimento e respeito ao tempo de cada educador deixa de ser um luxo e passa a ser condição para que qualquer proposta pedagógica ganhe vida na prática cotidiana.

Texto apresenta estratégias simples, baseadas em evidências, para reduzir esgotamento, qualificar formações e fortalecer sentido coletivo do planejamento escolar anual

As 12 recomendações propostas apontam caminhos muito concretos para transformar esse encontro em experiência formativa consistente. Planejar com poucas prioridades centrais, cumprir horários, alternar momentos expositivos e interativos, garantir pausas reais e cuidar do ambiente físico ajudam a proteger energia e atenção. Valorizar a experiência dos professores, reduzir a enxurrada de documentos, incluir cuidado emocional, usar dados da própria escola, explicitar objetivos e encerrar com sínteses e encaminhamentos partilhados cria cultura de respeito. Cuidar de quem educa torna-se estratégia decisiva para reduzir adoecimentos, fortalecer vínculos e melhorar a aprendizagem dos estudantes.
Leia no Porvir

📖 O Bem-estar dos Professores como Centro da Atenção Institucional

O esgotamento emocional dos professores aparece como fenômeno estrutural que atravessa a educação brasileira e mundial, deixando de ser visto apenas como fragilidade individual. Dados de pesquisas nacionais e de organismos internacionais indicam que mais de 60% dos docentes relatam estresse e exaustão elevados, agravados pelo pós-pandemia, pelo ensino remoto emergencial e pelo acúmulo de funções pedagógicas, burocráticas e socioemocionais. Esse cenário impacta diretamente engajamento, disciplina, aprendizagem e permanência estudantil, já que professores exaustos têm menos condições de planejar, acompanhar e inovar nas práticas de sala de aula.

Análise conecta burnout estrutural, pós-pandemia e omissão das redes, defendendo políticas e formações centradas no bem-estar docente e na aprendizagem

Esse quadro é agravado pelo silêncio institucional: políticas e gestões que cobram resultados e metas, mas pouco oferecem em escuta, apoio psicológico e reorganização do trabalho docente. Exemplos de redes e escolas que criaram grupos de apoio, rodas de conversa e tempos coletivos de planejamento mostram queda expressiva em sinais de burnout e maior motivação para inovar nas aulas. Formação continuada, autocuidado e gestão do estresse, articulados a políticas públicas e ações locais, tornam-se condições para assegurar educação de qualidade ao colocar o bem-estar docente no centro do projeto educativo.
Leia na Revista Educação

🧑‍💻 Acompanhando as EdTechs

Diversas ferramentas de IA generativa, como Microsoft Copilot, Google Gemini, Grammarly e Canva, ajudam professores a recuperar horas do dia dedicadas a tarefas administrativas. Planejamento de aulas, elaboração de provas, criação de materiais visuais e revisão de textos podem ser acelerados, permitindo que o tempo docente se concentre mais em acompanhar aprendizagens, oferecer apoio individualizado e construir relações significativas com os estudantes.

Como escolas escolhem, regulam e formam docentes para usar IA com eficiência, segurança e foco educativo no cotidiano

Para que esses ganhos não comprometam ética, segurança e qualidade pedagógica, é essencial escolher ferramentas alinhadas às necessidades da rede e envolver a voz dos professores nas decisões. Distritos revisam políticas de tecnologia, criam diretrizes mais ágeis para IA e investem em formação continuada, em parceria com empresas como Google e Grammarly. Professores precisam conhecer limites de uso de dados, comunicar às famílias como usarão IA e monitorar impactos em seu tempo, nas práticas e nos resultados de aprendizagem.
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