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Sua Newsletter sobre Tecnologia e Educação

✨ Feliz 2026! ✨

Recomeços têm algo especial: eles abrem espaço para revisitar prioridades, repensar estratégias e experimentar caminhos novos. Na educação, isso é ainda mais evidente. As transformações tecnológicas continuam avançando e a diferença, neste cenário, não está apenas em “adotar ferramentas”, mas em aprender a fazer boas perguntas, testar com responsabilidade e manter o foco no impacto pedagógico.

Nesta nova temporada da nossa newsletter, a Learnbase segue ao seu lado com notícias, tendências e conteúdos que ajudam a entender o presente e preparar o futuro. Para acompanhar nossos destaques e atualizações ao longo da semana, siga a Learnbase no Instagram, LinkedIn, Youtube e Spotify!

✈️ De 21 a 23 de janeiro, a Learnbase estará em Londres para acompanhar a Bett UK 2026, um dos principais encontros globais de tecnologia e inovação em educação. Vamos observar de perto tendências, práticas e soluções que estão ganhando espaço internacionalmente, e traduzir os aprendizados para o contexto e os desafios da educação no Brasil.

🎓 Se você estiver na Bett, será um prazer trocar ideias e conhecer iniciativas em andamento. E, para não perder nossa cobertura, acompanhe nossas redes sociais: vamos publicar destaques do evento, bastidores, leituras rápidas do que está em alta e um pós-evento com os principais insights para apoiar decisões pedagógicas e estratégicas ao longo de 2026.

🚀 Destaques da Newsletter de Hoje!

🌎 Negócios pelo Mundo e Últimas Notícias

🩺 Enamed 2025 define padrão de competência mínima (Leia na íntegra)
• O Enamed 2025, edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica, definiu nota de corte 60 na escala TRI para identificar o “médico minimamente competente”, descrito por especialistas quanto a ética, integração clínica, atenção primária e resolução de urgências.
• A nota de corte veio do método Angoff Modificado, que estimou 57,87% de acertos para esse perfil e converteu o resultado para 60 pontos na TRI. A mesma prova seleciona residentes via Enare, com mínimo de 50% de acertos.
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✂️ Corte ameaça universidades federais em 2026 (Leia na íntegra)
• O Congresso aprovou para 2026 um corte de R$ 488 milhões no orçamento das 69 universidades federais, redução de 7,05% nos recursos discricionários. A Andifes alerta que a verba cairá abaixo de 2025, agravando um quadro financeiro já considerado crítico.
• Segundo a Andifes, a tesoura atinge a assistência estudantil, com R$ 100 milhões a menos, comprometendo a nova PNAES e a permanência de alunos vulneráveis. Somados aos cortes em Capes e CNPq, o cenário ameaça ensino, pesquisa e extensão.
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📚 Alfabetização chega aos canteiros de obras (Leia na íntegra)
A reportagem mostra como o programa Escola Nota 10, da MRV, leva salas de aula para dentro dos canteiros de obras e, em sua segunda fase, já certificou 1.092 trabalhadores em etapas de escolaridade, incluindo alfabetização e ensino fundamental e médio.
• Desde 2011, 319 escolas foram implementadas, 28 seguem ativas e mais de 7 mil trabalhadores participaram das turmas, muitas vezes em horário de expediente. O programa também incentiva a participação no Encceja e reforça o papel da educação de adultos na construção civil.
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💰 Educação financeira desde cedo, em casa e na escola (Leia na íntegra)
91% dos brasileiros não tiveram educação financeira na infância e exemplos mostram como conversar sobre dinheiro, dar exemplo, usar jogos, diferenciar desejo de necessidade e que envolver crianças nas compras ajuda a formar consumidores mais conscientes.
• As oito práticas propostas incluem estabelecer metas simples, adaptar a linguagem à idade e trabalhar consumo responsável, conectando finanças ao desempenho acadêmico e à construção de autonomia. A mensagem central: família e escola devem atuar juntas para preparar jovens para decisões econômicas futuras.
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5️⃣ Cinco lições de gestão escolar em 2025 (Leia na íntegra)
O texto reúne cinco lições de dirigentes escolares dos EUA em 2025: ouvir comunidades marginalizadas, oferecer recuperação sem estigmatizar estudantes, adotar tecnologias a partir das necessidades pedagógicas reais e usar dados visuais para aproximar famílias do aprendizado dos filhos.
• As experiências mostram que resultados acadêmicos dependem de todos os cargos da rede, de metas claras e intervenções consistentes. A mensagem central aos gestores é focar em equidade, leitura, comunicação com a comunidade e inovação responsável em IA e tecnologia.
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🧠 Quando a Curiosidade e os Interesses se Transformam em Direcionamento Pedagógico

O texto, escrito por pesquisadores do Instituto Ayrton Senna, parte de uma cena fictícia em uma atividade livre do 5º ano para mostrar como escolhas aparentemente simples - desmontar um rádio, montar uma peça de teatro, organizar colegas - revelam interesses em formação. Com base no modelo RIASEC, os autores explicam como diferentes tipos de atividades canalizam curiosidade, energia e possíveis direções de desenvolvimento acadêmico, profissional e pessoal ao longo da trajetória escolar.

Artigo discute RIASEC, BNCC e experiências intencionais para ampliar repertórios, combater estereótipos de gênero e fortalecer projetos de vida estudantis.

As evidências de uma pesquisa com mais de 230 mil estudantes brasileiros mostram que interesses já se desenham desde o ensino fundamental, com meninas tendendo a atividades sociais e criativas e meninos às práticas mecânicas. Os autores defendem que a BNCC oferece terreno fértil para trabalhar autoconhecimento e projeto de vida, desde que a escola promova experiências intencionais, como oficinas, clubes, laboratórios e projetos comunitários, desfaça estereótipos profissionais e ajude crianças e adolescentes a decidir com mais repertório, confiança e protagonismo sobre seus caminhos futuros.
Leia na Revista Educação

🎓 A Necessidade Urgente de Equilíbrio Didático, Formativo e Tecnológico no Meio Educacional

Pesquisas da Rand Corp com quase 1,6 mil professores de educação infantil em escolas públicas mostram que, embora apenas 30% usem IA generativa, mais de 80% veem potencial nas tecnologias digitais para ampliar experiências, dialogar com famílias e registrar aprendizagem. Ao mesmo tempo, há forte preocupação com tempo de tela e desejo de equilibrar recursos digitais com atividades clássicas de movimento, brincadeira, interação e linguagem, consideradas centrais na educação infantil.

Pesquisas da Rand Corp revelam otimismo cauteloso com edtech, lacunas em diferenciação pedagógica e desafios de desenvolvimento profissional na pré-escola

Os estudos também revelam que muitos educadores consideram insuficientes os materiais didáticos para atender estudantes com deficiência e aprendizes de inglês, recorrendo a adaptações e produções próprias. A maioria recebe alguma formação em tecnologia, linguagem e habilidades socioemocionais, mas aponta carências em matemática, cognição, desenvolvimento motor e gestão de comportamento. Em paralelo, pesquisas mostram leve melhora em salários, benefícios e intenção de permanência, reforçando que boas condições de trabalho e formação contínua são vitais para qualificar a pré-escola.
Leia na K12 Dive

📖 Alinhando o Projeto Pedagógico a Causas Reais

O artigo apresenta uma curadoria dos principais materiais pedagógicos gratuitos produzidos pelo Porvir em 2025 para apoiar o planejamento de 2026. A lista reúne cartazes inspiradores, infográficos, roteiros pedagógicos, cursos e jogos alinhados à BNCC, pensados para transformar temas complexos – como uso de celulares, democracia, clima e racismo – em experiências significativas de aprendizagem nas diferentes etapas da educação básica.

Jogos, cursos, e-books e cartazes fortalecem projetos antirracistas, ambientais, democráticos e de tecnologia nas redes públicas e privadas brasileiras.

Os materiais propostos vão além de conteúdos prontos: convidam professores e estudantes a investigar problemas reais, criar projetos e exercitar protagonismo. O jogo de personalidades negras fortalece a educação antirracista de modo lúdico; os roteiros sobre democracia estimulam debate crítico e participação; os cursos em parceria com o Unicef trabalham STEAM, pensamento computacional e crise climática em linguagem acessível. Assim, o professor encontra recursos concretos para planejar sequências didáticas mais engajadoras, contextualizadas e alinhadas ao projeto de vida dos estudantes.
Leia no Porvir

🧑‍💻 Acompanhando as EdTechs

O artigo descreve como escolas norte-americanas estão recorrendo a tecnologias de tradução por inteligência artificial para atender estudantes e famílias que falam dezenas de idiomas diferentes. Dispositivos como o Instant Language Assistant e plataformas como Microsoft Translator permitem traduzir comunicados, e-mails, reuniões com responsáveis e até aulas ao vivo, transformando o discurso do professor em legendas ou áudio no idioma escolhido pelo aluno, em tempo real, durante as atividades curriculares.

Reportagem mostra como escolas usam dispositivos e plataformas de tradução para envolver famílias, reduzir isolamento linguístico e apoiar aprendizagem estudantil.

Além de facilitar a compreensão de conteúdos, as soluções de tradução por IA ajudam a combater o isolamento social de estudantes e responsáveis que não falam inglês, fortalecendo reuniões pedagógicas e a participação da família na vida escolar. O texto destaca, porém, que mais da metade dos docentes sente-se pouco preparada para atuar com alunos multilíngues e que as traduções nem sempre são perfeitas, exigindo revisão, transparência com as famílias, atenção à segurança de dados e cuidado na escolha de termos, dialetos e critérios pedagógicos.

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Até a próxima!