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Newsletter Learnbase 05.02
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🌎 Negócios pelo Mundo e Últimas Notícias
🎖 Professora brasileira é eleita educadora mais influente (Leia na íntegra)
• Débora Garofalo, professora de São Paulo, foi eleita educadora mais influente do mundo pela Varkey Foundation. O reconhecimento valoriza seu trabalho com robótica usando sucata e redes sociais para ampliar aprendizagem, participação estudantil e defender a educação pública brasileira.
• Seu projeto “Robótica com sucata” transformou lixo em protótipos e projetos sustentáveis, envolvendo estudantes e ganhando projeção internacional. Depois do Global Teacher Prize, Débora passou a atuar em políticas de tecnologia educacional em redes estaduais, inspirando projetos inovadores.
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👨⚕️ Camilo Santana defende Enamed e regula formação em Medicina (Leia na íntegra)
• Em entrevista à CNN, o ministro Camilo Santana defende o Enamed como ferramenta de regulação dos cursos de Medicina, com sanções a faculdades mal avaliadas e foco em garantir que quem chega a hospitais, UPAs e postos esteja bem formado.
• Santana, novamente, nega “caça às bruxas” e diz que o objetivo é readequar estruturas, com mais investimento em docentes e laboratórios, fim do EAD integral em áreas assistenciais e possibilidade de usar a nota do Enamed como critério de habilitação profissional.
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♟ SP divide turmas por nível de aprendizagem (Leia na íntegra)
• Projeto Voar, da rede estadual paulista, inicia piloto em 147 escolas separando alunos do mesmo ano em turmas “nível padrão” e “nível adaptado”, a partir do Saresp 2025, para ajustar o ritmo das aulas e recompor grandes defasagens.
• Com apoio da Universidade de Harvard e inspiração no modelo indiano Teaching at the Right Level, a iniciativa tenta reduzir reprovações e evasão, mas levanta alertas sobre segregação, estigmas entre “turmas fracas” e impactos na equidade educacional.
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🎗 Saúde mental como prioridade na volta às aulas (Leia na íntegra)
• Relatório do MEC aponta aumento de atendimentos em saúde mental entre jovens, impulsionado por pressão por desempenho, vestibulares e excesso de estímulos digitais. No início do ano letivo, cuidar das emoções vira condição básica para aprender e permanecer na escola.
• A psicopedagoga Katia Chedid defende que escolas incluam saúde mental no projeto pedagógico: formação contínua de educadores, ações permanentes de acolhimento, diálogo com famílias e atividades de pausa, autoconhecimento e respiração, criando rotina escolar humanizada e socioemocionalmente protetiva.
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🇦🇴 USP debate currículo e formação docente em Angola (Leia na íntegra)
• Colóquio na Faculdade de Educação da USP reúne professores brasileiros e angolanos para discutir o processo educativo em Angola, das políticas de currículo único às condições de oferta, com foco especial no ensino de matemática e na formação de professores.
• O encontro integra projeto de pós-doutorado financiado pelo governo angolano e busca produzir recomendações para autoridades educacionais, fortalecendo cooperação Brasil–Angola e pensando a educação angolana como formação humana integral, em diálogo com determinantes sociais, culturais e históricos.
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💰 Trump assina orçamento e mantém recursos para educação (Leia na íntegra)
• Donald Trump sancionou o orçamento federal de 2026 com US$ 79 bilhões para o Departamento de Educação, ligeiro aumento em relação a 2025. O acordo bipartidário garante continuidade de bolsas e subsídios essenciais para estudantes e instituições de ensino superior.
• A lei exige que o departamento mantenha quadro de pessoal suficiente para cumprir suas funções legais, preserva repasses regulares a estados e distritos e impõe relatórios frequentes ao Congresso sobre eventuais transferências de programas, reforçando supervisão política sobre a agenda educacional do governo Trump.
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🧠 O Professor como Pilar de Qualidade
No início do ano letivo, universidades reforçam um ritual conhecido: semanas de formação cheias, auditórios lotados, avaliações de satisfação positivas, mas pouca clareza sobre o que, de fato, muda na sala de aula. Em um cenário de pressão regulatória e orçamentos disputados, formação docente não pode seguir sendo ação “nobre porém intangível”. É necessário abandonar métricas centradas apenas em engajamento e NPS e perguntar que práticas realmente se transformam após cada programa.
Demonstrar valor institucional significa traduzir desenvolvimento docente em mudanças observáveis na qualidade da educação superior. A proposta é monitorar produtividade, redução de retrabalho, adoção de metodologias ativas, padronização pedagógica, diminuição de riscos regulatórios e impacto na experiência estudantil, como engajamento e evasão. Em vez de buscar fórmulas perfeitas, recomenda-se começar com pilotos bem recortados, alinhados às prioridades estratégicas, e construir cultura de avaliação que use dados para proteger, aprimorar e sustentar programas de formação continuada.
🎓 O Realinhamento Essencial do Ensino Superior
Decidir sobre 2026 significa, na prática, lidar com um presente marcado por regulação mais densa, custos crescentes e estudantes atentos à relação entre preço, qualidade e experiência formativa. Nesse contexto, construir cenários deixa de ser exercício abstrato e passa a funcionar como ferramenta de governança acadêmica. O primeiro eixo é escolher, com coerência institucional, entre presencial, semipresencial e educação a distância, assumindo cada formato como arquitetura formativa diferente. O segundo é organizar a carga horária de modo que represente tempo pedagógico efetivo, sustentável e verificável.
O terceiro eixo é fortalecer a governança institucional, integrando dados, áreas acadêmicas e administrativas para evitar decisões reativas diante de cada oscilação regulatória ou de matrícula. Quando esses três eixos se articulam, sinais estruturais se separam do ruído conjuntural e a instituição consegue preparar diferentes futuros possíveis, mantendo identidade acadêmica consistente. Construir cenários até 2026 significa explicitar critérios, riscos aceitáveis e compromissos inegociáveis com qualidade, transparência e sustentabilidade da educação superior.
📖 O que Realmente Significa Ensinar nos Dias de Hoje
O debate sobre IA na educação aparece preso entre promessas salvacionistas e medos de colapso da escola, enquanto redes correm para escrever políticas e escolher ferramentas. Um fórum com cerca de 40 educadores, pesquisadores e formuladores de políticas identifica mitos que travam o avanço, como reduzir o valor da IA a “economizar tempo do professor” ou acreditar que o grande problema é apenas escolher os aplicativos certos. A proposta é inverter a ordem: primeiro construir uma visão clara de aprendizagem de qualidade em um mundo com IA, depois selecionar tecnologias que reforcem modelos pedagógicos coerentes, e não apenas eficiência pontual.
Outros mitos criticados são a falsa escolha entre consertar as escolas atuais ou criar modelos totalmente novos, a ideia de que estratégia em IA é basicamente um tema técnico-regulatório e o medo de que a tecnologia destrua o “núcleo humano” da educação. Em resposta, o grupo defende uma postura “ambidestra”, que melhore o que existe enquanto testa caminhos de redesenho, com políticas que criem espaço para experimentação responsável. O risco central deixa de ser a substituição de professores e passa a ser a incapacidade do sistema de proteger pertencimento, propósito, criatividade, pensamento crítico e conexão. Ferramentas de IA só fazem sentido quando ajudam estudantes a ligar o que aprendem à própria vida e ao futuro que desejam construir; se isso não acontece, por mais sofisticada que seja a tecnologia, ela não transforma a educação.
🧑💻 Acompanhando as EdTechs
Com a adoção acelerada da inteligência artificial nos campi, equipes de TI e lideranças acadêmicas precisam decidir quais ferramentas realmente ajudam os estudantes a aprender melhor. Plataformas como Google Gemini, Microsoft Copilot, Grammarly e NotebookLM passam a apoiar escrita, revisão, organização de estudos, leitura de grandes volumes de textos, geração de mapas mentais e criação de guias personalizados, funcionando como “parceiros de pensamento” que destravam dúvidas, aprofundam compreensão de conceitos complexos e criam ambientes de estudo mais seguros, com dados alojados no domínio institucional.
Para escolher essas soluções, universidades começam a adotar critérios explícitos: eficácia pedagógica, experiência do usuário, sustentabilidade financeira e alinhamento do fornecedor à missão institucional. A discussão inclui custos recorrentes, proteção de dados, propriedade intelectual e integração com sistemas como AVA, identidade digital e repositórios acadêmicos. Em paralelo, diretrizes de uso responsável procuram alinhar políticas institucionais e planos de disciplina, esclarecendo quando a IA apoia o estudo – como para brainstorm e feedback – e quando fere a integridade acadêmica, exigindo que estudantes desenvolvam também seu próprio “músculo ético” ao usar essas ferramentas.
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Até a próxima!




